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Condenado pela chacina do Bruno Snooker Bar é obrigado a pagar indenização milionária à filha de vítima em MT

Justiça de Sinop reconhece danos morais e determina pagamento de pensão mensal até os 25 anos da beneficiária; massacre ocorrido em 2023 chocou o país pela extrema brutalidade

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Edgar Ricardo foi condenado nesta semana a 136 anos, 3 meses e 20 dias de prisão

A Justiça de Mato Grosso condenou Edgar Ricardo de Oliveira, autor da chacina registrada no “Bruno Snooker Bar”, em Sinop (MT), ao pagamento de indenização por danos morais e pensão mensal à filha de Elizeu Santos da Silva, uma das sete vítimas assassinadas no crime ocorrido em fevereiro de 2023. (Relembre AQUI)

A decisão foi proferida pelo juiz Cristiano dos Santos Fialho, da 3ª Vara Cível de Sinop, município localizado a cerca de 498 quilômetros de Cuiabá. A sentença estabelece indenização de R$ 200 mil por danos morais, além do pagamento de pensão equivalente a dois terços do salário mínimo até que a beneficiária complete 25 anos de idade.

Ao fundamentar a decisão, o magistrado destacou que a responsabilidade civil do condenado é incontestável, principalmente em razão do trânsito em julgado da condenação criminal ocorrido em julho de 2025. O juiz também ressaltou que a perda violenta de um familiar próximo provoca grave sofrimento emocional, sendo presumido o dano moral em casos de homicídio doloso.

Edgar Ricardo cumpre atualmente pena superior a 136 anos de prisão. O crime ganhou repercussão nacional pela violência extrema e pela motivação considerada banal: uma perda de aproximadamente R$ 4 mil em apostas de sinuca.

Segundo as investigações, Edgar e o comparsa Ezequias Souza Ribeiro, que morreu posteriormente em confronto com a Polícia Militar, renderam as vítimas dentro do estabelecimento comercial antes de executá-las com disparos de espingarda.

Além de Elizeu Santos da Silva, morreram Maciel Bruno, Orisberto Pereira, Getúlio Rodrigues, Josué Ramos, Adriano Balbinote e a adolescente Larissa de Almeida Frazão, de apenas 12 anos.

Imagens de câmeras de segurança registraram momentos que ampliaram ainda mais a comoção nacional. Após os assassinatos, os criminosos retornaram às mesas de sinuca para recolher o dinheiro das apostas antes da fuga. Edgar se entregou à polícia dois dias depois do massacre, após a morte do comparsa em confronto policial nas proximidades do aeroporto da cidade.

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Vídeos de câmeras de segurança mostram o momento em que os dois homens entram armados no local e matam as sete vítimas.

Nelson Salles da Redação O Minuto Notícia 


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